Itinerância

Os espectáculos a seguir são os que, actualmente, estão na nossa carteira para venda e itinerância. Se estiver interessado nalgum não hesite em contactar-nos.

Mira!Mira!Miró,Mirando!

Um espectáculo de teatro de rua contemporâneo com inspiração na obra do pintor catalão Joan Miró, que explora perfomaticamente o seu universo pictórico e mágico, repleto de cores, coisas, formas, seres e figuras mais ou menos abstractas, transformando-as em personagens vivas que participam, interpretam e contam as histórias que o artista pintou nos seus quadros.

Mira!Mira!Miró Mirando!
Teatro físico e sem palavras, interpelando várias disciplinas das artes de palco, com música ao vivo, que dialoga com o espaço envolvente e onde os actores descobrem, jogam e subvertem objectos do quotidiano, convertendo-os em personagens e formas animadas para contracenarem em conjunto.

Mira! Mira! Miró, Mirando!
Concebido para criar uma atmosfera de grande envolvimento do público, através de jogos dramáticos que implicam a sua participação activa no desenrolar da representação.

Inspirado na obra de Joan Miró
Criação e Encenação José Leitão
Com Carlos Adolfo (músico), Daniela Pêgo, Flávio Hamilton, Ana Lígia Vieira (bailarina, Estúdio B) e Pedro Carvalho

106ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2016
Classificação etária: M/4
Duração: m

Espaço adequado: Exterior ou Interior com uma área mínima de 8x8m.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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BemMarMeQuer - MEU CORAÇÃO É UMA PRAIA

Uma adaptação dramatúrgica do texto de Mia Couto “MAR ME QUER” numa encenação em que os protagonistas Luarmina e Zeca num exercício entre a oralidade, bem à maneira africana, e a interpretação actoral, vão reviver factos e vidas dos seus antepassados, trazendo à memória e convocando os seus sonhos, as perdas e transformações, o mar que leva e que traz…

“Lançamos o barco, sonhamos a viagem: quem viaja é sempre o mar”

a partir da obra “Mar me Quer” de Mia Couto
Dramaturgia e Encenação Pedro Carvalho
Com Flávio Hamilton, Pedro Carvalho e Neuza Fangueiro

105ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2015
Classificação etária: M/12
Duração: m

Espaço adequado: Salas com os requisitos minimos encontrados no raider técnico.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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A Maior Flor e Outras Histórias Segundo José

Inspirado na obra de José Saramago e tendo como base de trabalho dramatúrgico o seu livro para crianças “A Maior Flor do Mundo”, o Teatro Art´Imagem apresenta uma peça de teatro para ser vista por adultos e crianças em conjunto. Uma boa oportunidade para homenagear e divulgar o autor e a sua obra, na esteira do Teatro Art´Imagem cujo lema tem sido apresentar os grandes autores e textos da literatura universal, transformando-os em teatro.

Acrescentando outros textos que vão desde “Pequenas Memórias” aos contos “Deste Mundo e do Outro”, dos “Cadernos de Lanzarote” aos “Poemas Possíveis” e ao Discurso de aceitação do Prémio Nobel, ao aparecimento de personagens literárias inesquecíveis do universo do autor, como o par Blimunda e Baltazar, os Sete Sóis e Sete Luas, do “Memorial do Convento”, a Mulher do Médico e o Cão das Lágrimas, de “O Ensaio Sobre a Cegueira”, até às criaturas reais, mais ou menos fantasiadas, que povoaram a sua infância, como os seus avós Jerónimo e Josefa e outros familiares, bem como as recordações do que era viver, trabalhar e brincar na aldeia de Azinhaga do Ribatejo, ao despertar dos primeiros amores.

Baseado na obra de José Saramago
Dramaturgia e Encenação José Leitão
Com Daniela Pêgo e Flávio Hamilton

104ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2014
Classificação etária: M/6
Duração: 50 m

Espaço adequado: Salas com os requisitos minimos encontrados no raider técnico.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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O Vosso Pior Pesadelo

Dentro de uma jaula está um homem ajoelhado e com as mãos presas atrás das costas, cabeça baixa. Num canto da jaula, há um balde destinado às necessidades fisiológicas do prisioneiro.

A acção decorre numa prisão de alta segurança e acompanha o dia-a-dia de violência a que é sujeito um prisioneiro especial acusado de terrorismo, um comediante que não chora nem se lamenta das brutais agressões de que é vitima, corporizadas pelo soldado e oficial que ficam atónitos com a sua atitude.

Texto Manuel Jorge Marmelo
Direcção e Encenação José Leitão
Com Flávio Hamilton, Miguel Rosas, Pedro Carvalho

103ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2013
Classificação etária: M/12
Duração: 60 m

Espaço adequado: Salas com os requisitos minimos encontrados no raider técnico.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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As Veias Abertas da Humanidade

Uma criação cénica onde coexistem vários géneros e disciplinas teatrais em diálogo com as linguagens audiovisuais.
Uma selecção de textos baseada na multifacetada obra do escritor, pensador e jornalista uruguaio Eduardo Galeano.
O autor de "As Veias Abertas da América Latina", uma voz singular da actual literatura e do pensamento latino-americano, é ainda praticamente desconhecido em Portugal, onde só algumas (poucas) obras foram editadas, tendo saído em Outubro do ano passado o primeiro volume da sua importante trilogia “Memória do Fogo”: “Os Nascimentos” - edição de Livros de Areia.

Inspirado na obra de Eduardo Galeano
Dramaturgia e Encenação José Leitão
Com Daniela Pêgo, Flávio Hamilton e Pedro Carvalho

101ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2012
Classificação etária: M/12
Duração: 60 m

Espaço adequado: Salas com os requisitos minimos encontrados no raider técnico.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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Um Punhado de Terra

Pântano. Em todo o palco, vinte centímetros de terra barrenta. Vem, do horizonte à boca de cena, um homem negro. Os pés mergulham na lama. O homem coxeia da perna direita. O homem vem, devagar. Chega à boca de cena. E diz: Toma o meu corpo senhor do fogo! Vem e devasta esta terra estrangeira!
Este homem negro é um escravo trazido à força de África para uma terra de que nunca ouvira falar – Portugal.
Ele nos dirá, num português ainda mal apreendido, mas de imagens poderosas e numa linguagem poética singular, à moda de um contador de histórias de tradição oral africanas, como um dia chegaram à sua aldeia os homens brancos “feios, com cabeças de metal e pele de ferro, por sobre a pele cor de leite velho estragado”.
De como lhe mataram a mulher, os filhos e os amigos, de como destruíram a sua aldeia e aniquilaram o seu povo.
De como foram levados, sobre as ordens de um tal “o infante”, num grande barco maior que “montanhas de madeira” para estas terras de desterro.
É tal a sua solidão e a sua tristeza que o homem negro, despojado do seu punhado de terra evocará e pedirá aos seus deuses a morte e a maldição dos estrangeiros e seus descendentes, responsáveis pela sua desdita e a destruição do seu povo.
E, é ainda com a terra estrangeira que o homem negro se despede da vida e da sua terra.

“O homem negro apanha terra do chão e come. / Volta a apanhar terra. Come. / O homem negro come terra. / Come, come...”

Texto Pedro Eiras
Encenação José Leitão
Com Flávio Hamilton

99ª Criação do Teatro Art'Imagem - 2011
Classificação etária: M/12
Duração: 80 m

Espaço adequado: Salas com os requisitos minimos encontrados no raider técnico.
Equipamento técnico: Luz e Som.

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